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Produtividade 14jan2021

Novos tempos: 6 tendências para sua marca se tornar protagonista

Independente de qualquer crise, sabemos que projetar tendências no marketing não é uma tarefa fácil, afinal essa é uma área em que as mudanças ocorrem quase que na velocidade da luz. Pesquisas de alta complexidade e diversos estudos mapeiam tendências e confirmam a eficácia do que já vendo sendo testado nesse mercado à medida que […]

Independente de qualquer crise, sabemos que projetar tendências no marketing não é uma tarefa fácil, afinal essa é uma área em que as mudanças ocorrem quase que na velocidade da luz. Pesquisas de alta complexidade e diversos estudos mapeiam tendências e confirmam a eficácia do que já vendo sendo testado nesse mercado à medida que surgem novas estatísticas, técnicas e recursos para inovar e conectar mais as marcas e seus consumidores.

Se você quer começar o ano por dentro das tendências de marketing, preparei uma curadoria das principais estratégias possíveis para aplicar em pequenas e médias empresas. Então, prepara um cafézinho, separa seu bloco de anotações e vamos nessa!

1. Conteúdo gerado pelo usuário – o famoso marketing boca a boca, só que digital.

De forma genuína, acreditamos mais na recomendação espontânea de uma pessoa próxima ao nosso círculo de convivência do que em uma indicação patrocinada vinda de um influenciador. Ainda que o produto indicado já fizesse parte da rotina dessa pessoa, nosso inconsciente julga “publiposts” como uma sugestão não tão sincera.

As empresas que percebem que o conteúdo contado, sem roteiro ou programação, pelo próprio cliente tem um poder gigante de influência estão à frente dos seus concorrentes e devem criar cada vez mais condições para que esse conteúdo seja feito.

“O engajamento do cliente rapidamente está se tornando uma via de mão dupla, onde os clientes participam como embaixadores da marca, influenciadores, colaboradores e inovadores.”

  • Global Marketing Trends 2021, Delloite Insights

Para estimular essa geração de conteúdo pelo usuário, as marcas podem fazer algumas ações, como por exemplo: repostar reviews e stories dos clientes, criar templates e desafios para estimular que eles criem algo e participar de grupos de debate exclusivos das marcas.

 

2. Pinterest – muito além das pesquisas de decoração.

A plataforma vem ganhando ainda mais destaque no cenário digital e já ultrapassou a marca de 400 milhões de usuários. Se compararmos com o Instagram, uma das principais plataformas de produção de conteúdo, ainda há muito para ser explorado, uma vez que o aplicativo tem uma média de 500 milhões de usuários ativos por dia.

No último relatório de tendências, feito pelo Pinterest para 2021, dados apontam para uma crescente pesquisa pelo tema empreendedorismo. Buscas por “ideias de pequenas empresas” cresceram 90% e “como criar uma marca para uma empresa” mais de 105%!

“98% dos usuários dizem experimentar as novas ideias que encontram no Pinterest.”

  • Pesquisa de Tendências do Pinterest para 2021

Além disso, a plataforma começou a investir em ferramentas que ajudam os criadores de conteúdo, incentivando que mais pessoas comecem a publicar por lá também. Além de um Analytics com as principais métricas, é possível estudar mais sobre seu público e até se aprofundar com os cursos disponíveis gratuitamente no “Pinterest Academy”.

Sendo assim, se você presta serviço para pequenas e médias empresas, considere criar conteúdo no Pinterest também, o alcance orgânico poderá trazer grandes resultados. E se você vende produtos, invista em fotos e vídeos para exibir na plataforma do momento.


(+) Veja também: Lifelong Learning: aprendizado e sobrevivência profissional


3. Propósito antes do lucro – seus valores como diferencial competitivo.

Não podemos negar que os consumidores estão se tornando cada vez mais ativistas e defensores das causas que acreditam, consequentemente, eles esperam que as suas marcas favoritas se posicionem sobre questões ambientais, sociais e políticas também. Existe uma expectativa que os propósitos (do cliente e da marca) estejam alinhados para que ele possa continuar comprando e apoiando esse negócio.

“86% dos adultos preferem ver o mundo mudar significativamente – e se tornar mais sustentável e equitativo – em vez de voltar ao status quo de antes.”

  • Pesquisa feita pela Ipsos para o Fórum Econômico Mundial com mais de 21.000 adultos de 27 países.

Empresas que conseguem entender o porque de existir antes mesmo de decidir o que vender se destacam no mercado. Recomendo a leitura do “Golden Circle”, conceito criado por Simon Sinek que ajuda a desenvolver o valor de uma nova ideia, projeto ou negócio.

É muito importante lembrar que não basta querer levantar uma (ou mais) bandeira, sem a intenção de mantê-la erguida. A comunicação deve refletir posicionamentos reais, baseados em comportamentos rotineiros da companhia e de seus integrantes.

4. Social E-commerce – da descoberta a compra sem trocar de aba.

Há alguns anos não imaginávamos que seria possível comprar um produto diretamente de um post no Instagram ou no Facebook, sem procurar pelo site da marca e com a possibilidade de finalizar o pagamento via whatsapp, mas isso se tornou uma realidade e os usuários estão se adaptando rapidamente.

Para os clientes que optam por conveniência e rapidez na compra, a escolha das redes sociais, como Whatsapp, Instagram e Facebook em detrimento dos sites atende muito bem as suas necessidades. Já para as marcas que não conseguiram criar seu e-commerce, as ferramentas oferecidas por essas redes são uma ótima oportunidade de vender seus produtos online com eficácia. E aquelas que souberem utilizar esses canais de forma rápida e com ótimo atendimento vão se destacar rapidamente.

“Plataformas de mídia social como o Facebook estão tornando mais fácil para os consumidores irem desde a descoberta até a compra, sem nunca ter que deixar a plataforma, criando um caminho simples e perfeito para comprar.”

  • Massimiliano Tirocchi, CMO e cofundador da Shapermint

5. Microinfluenciadores – a autenticidade pode ser viral.

O marketing de influência é uma estratégia já conhecida e cada vez mais usada pelas grandes marcas. O que muda nesses novos tempos então? A escolha do influenciador que vai representar a marca ou fazer um publi sobre ela.

Os microinfluenciadores são aqueles com menos de 100 mil seguidores, mas pesquisas recentes mostraram que as maiores taxas de engajamento vem daqueles que possuem menos de 25 mil seguidores. Isso acontece porque com menos seguidores essas pessoas conseguem manter uma comunidade mais engajada e participativa.

Além disso, esses influenciadores tem se destacado por não criarem “publis preguiçosos” com apenas a indicação do produto. Criatividade é uma premissa que eles exploram em diferentes linguagens, formatos e edições. Por esse motivo, as marcas vão começar a investir mais em diversos microinfluenciadores com ações simultâneas ao invés de apostar todo o seu orçamento em um único macroinfluenciador.

E depois de analisar as postagens de influenciadores, são os microinfluenciadores que têm as maiores taxas de engajamento (em média 7%) em suas postagens de feed!

  • “The State of Instagram Influencer Marketing Report” da Later.

6. Experiência do Usuário – mais do que apenas atender as expectativas.

A pesquisa por “o que é UX?” teve um aumento de mais de 170% na busca do Google no último ano. A sigla UX é usada para “User Experience”, traduzida como “Experiência do Usuário”, na prática (e de forma até redundante) é a experiência que o usuário tem usando um produto ou serviço.

Ainda que geralmente essa seja uma responsabilidade de profissionais da tecnologia, quem trabalha com marketing também precisa entender um pouco disso porque, além de técnicas e ferramentas, existe o lado emocional da experiência, onde conseguimos gerar lembrança de marca.

E independente da tecnologia usada, precisamos entender o quão importante é criar contextos para que o consumidor possa viver essas experiências marcantes e quem sabe até virar um embaixador da marca por conta disso.

“Experiência humana: Direcione a mentalidade da sua empresa sobre o tempo de criação de produtos e serviços, pautando a eficiência e potencialização da conexão humana.”

  • Global Marketing Trends 2021, Delloite Insights

Esse ano nos reserva muitas novidades à medida que a todo momento surgem novas teorias, técnicas e necessidades que precisam ser exploradas e testadas. Mas após a leitura de 12 artigos, essa curadoria resume e nos dá um guia de como começar a pensar em novas estratégias.

Quais dessas tendências você mais aposta para 2021? Tem alguma outra sugestão?

Texto por Rafaela Affonso – Yolo Marketing
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Rafa - Yolo Mkt

15 min.
14jan2021
Produtividade

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