Presença É o Novo Luxo | Nex Coworking
Trabalho 02out2026

Presença É o Novo Luxo: o Movimento Analógico Chegou ao Trabalho

Desconexão digital virou status em 2026. Veja como a vida analógica chega ao trabalho e por que o coworking virou o lugar da presença.

Presença É o Novo Luxo: o Movimento Analógico Chegou ao Trabalho

Desligar virou status em 2026: veja como a desconexão digital chega ao trabalho e por que o coworking ganhou espaço.

Sumário


Tenta lembrar a última vez que você passou uma hora inteira sem olhar o celular. Se demorou para responder, relaxa, quase todo mundo demora. Depois de anos de notificações, reuniões em vídeo e inteligência artificial embutida em tudo, a desconexão digital deixou de ser conselho de bem-estar e virou desejo. Quase um item de luxo.

O curioso é que esse movimento não ficou restrito ao fim de semana na serra ou ao retiro de silêncio. Ele chegou ao trabalho. E está mudando o que as pessoas esperam de uma reunião, de uma equipe e do lugar onde passam boa parte do dia.

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Presença É o Novo Luxo: o Movimento Analógico Chegou ao Trabalho

Por que 2026 ganhou o apelido de ano da vida analógica

Em fevereiro, a Forbes Brasil fez a pergunta que muita gente já vinha sentindo: 2026 é o ano da vida analógica? A reportagem mostra como hábitos e objetos que pareciam coisa do passado voltaram a disputar atenção, e dinheiro, com as telas.

Os números ajudam a entender a dimensão. Segundo a Eventbrite, os eventos sem celular cresceram 567% em 2025. São festas, encontros e experiências em que o aparelho fica guardado na entrada, às vezes num envelope lacrado. E a procura não para de subir.

O que explica isso? Cansaço, em primeiro lugar. Uma geração inteira cresceu com a vida mediada por tela e, em algum momento, percebeu que sente falta de gente. De conversa sem legenda. De rir de uma piada sem pensar em gravar o momento. A vida analógica, nesse contexto, tem pouco a ver com nostalgia e muito a ver com recuperar atenção.

Desconexão digital como símbolo de status

A WGSN colocou o “Privilégio Digital” entre as tendências de 2026. A ideia é simples e um pouco incômoda: conseguir se desconectar virou sinal de status. Quem pode ignorar o e-mail às 22h, passar um dia sem responder mensagem ou viajar sem postar nada geralmente tem autonomia, equipe e margem para isso.

Tem algo de desconfortável aí, claro. Se desligar é privilégio, estar sempre disponível vira o padrão de quem tem menos poder de escolha. Na nossa visão, essa é a parte que as empresas deveriam olhar com mais cuidado. A desconexão digital não precisa ser um luxo reservado a quem está no topo da hierarquia. Ela pode ser desenhada na rotina de todo mundo.

E quem fizer isso primeiro tem uma vantagem clara na hora de atrair e manter talentos. Gente boa quer trabalhar onde consegue pensar.

Como a vida analógica está entrando no trabalho

A tendência já aparece em detalhes do expediente. Algumas equipes adotaram reuniões sem tela: notebook fechado, celular virado para baixo, uma folha de papel ou um quadro branco no centro da mesa. A conversa fica mais curta e, curiosamente, mais produtiva.

Outras criaram rituais presenciais que não dependem de pauta. Um café da manhã semanal, uma revisão de projeto em pé, um almoço em que ninguém fala de metas. São momentos pequenos, mas que geram aquilo que nenhuma ferramenta de colaboração entrega sozinha: conexão humana no trabalho.

Também cresce a busca por blocos de foco, uma espécie de detox digital dentro do expediente. Duas horas com notificações desligadas, numa sala silenciosa, rendem mais do que uma tarde inteira picotada por alertas.

Por trás de tudo isso existe uma mudança no sentido do trabalho presencial. Ninguém quer atravessar a cidade para fazer, no escritório, a mesma chamada de vídeo que faria em casa. O deslocamento só vale quando o encontro vale. Quando tem gente para trocar ideia, um espaço que favorece a concentração e algum motivo para estar ali de corpo inteiro.

O coworking como lugar natural da presença

Se a casa virou sinônimo de isolamento e tela, e o escritório tradicional muitas vezes virou sinônimo de barulho e mesa vazia, o coworking ocupa um meio do caminho bem interessante. É um lugar onde dá para escolher: foco quando você precisa, encontro quando você quer.

Uma boa estrutura de coworking oferece salas privativas para quem precisa de silêncio, salas de reunião para conversas olho no olho e áreas de convivência onde os cruzamentos acontecem sem agenda. Somado a isso, existe uma comunidade de profissionais de empresas diferentes, o que traz para o dia a dia exatamente o tipo de troca que a vida analógica promete.

No Nex Coworking, em Curitiba, a gente vê isso há 13 anos no Batel. As duas unidades foram pensadas para equilibrar concentração e convívio, com espaços para trabalhar sozinho, reunir a equipe ou receber gente para um evento. A presença física, aqui, nunca foi tendência. Sempre foi o ponto de partida.

Presença virou luxo porque ficou rara. A boa notícia é que dá para trazê-la de volta para a rotina sem abrir mão da tecnologia, só usando melhor o tempo e o espaço. A desconexão digital, no trabalho, começa por um lugar que dê vontade de estar. Se você está procurando esse lugar, vale conhecer o Nex pessoalmente. De preferência, com o celular no bolso.

Nex Admin

15 min.
02out2026
Trabalho

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