Novidades 01out2017

Tendências inovadoras que vão transformar a economia criativa nos próximos anos

A transformação acelerada de diversos setores tem acontecido, entre outros motivos, graças a economia criativa. Substituindo os padrões tradicionais cada vez menos atrativos e pautada na inovação, esse novo modelo propõe a reinvenção e a entrega de valor de formas nada convencionais e trazem benefícios tanto para quem idealiza quanto para a sociedade. (+) Veja […]

A transformação acelerada de diversos setores tem acontecido, entre outros motivos, graças a economia criativa. Substituindo os padrões tradicionais cada vez menos atrativos e pautada na inovação, esse novo modelo propõe a reinvenção e a entrega de valor de formas nada convencionais e trazem benefícios tanto para quem idealiza quanto para a sociedade.


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Esse é um assunto que tem gerado muitos debates entre estudiosos da área e por isso, separamos três tendências inovadoras que vão transformar a economia criativa nos próximos anos.

Rede Fluxonomia 4D

A especialista em Economia Criativa Lala Deheinzelin há 15 anos trabalha no Brasil com o Sebrae e pelo mundo com o PNUD, agência da ONU. Desta experiência, a futurista criou a Fluxonomia 4D: a combinação destas 4 economias – criativa (matérias primas abundantes como cultura, criatividade e conhecimento), economia do compartilhar (infraestrutura acessível como espaços, equipamentos e materiais), economia colaborativa (iniciativas conectadas e distribuídas em rede) e economia multivalor (recursos e resultados da natureza, monetários, culturais, sociais e ambientais).
A Fluxonomia 4D trabalha observando e compreendendo os fluxos: de nada adianta ter recursos ambientais ou financeiros se não houver conhecimento e pessoas para trabalhar com eles. Dessa forma, para sair da situação de escassez diante de tantos recursos abundantes, é necessário desenvolver novas métricas que possibilitem tangibilizar intangíveis. Visibilizar e atribuir valor a recursos e resultados nas quatro dimensões da sustentabilidade. Essa sistematização possibilitará fazer com que a crise seja uma benéfica transição de uma economia de consumo (modelo de competição/ escassez) para uma economia do cuidar (modelo de colaboração/ abundância).


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Aqui tem vários materiais para você conheça mais sobre o trabalho da Lala e a Fluxonomia 4D.

Futurismo e o fim dos empregos

Tiago Mattos, considerado um dos principais futuristas do País e co-fundador da Aerolito e da Perestroika, é um dos poucos brasileiros que frequentou a Singularity University – parceria da Nasa e da Google localizada no Vale do Silício. Desde 2012, quando foi escolhido para fazer o curso, passou a viver o que acredita ser uma das maiores revoluções dos próximos anos: o fim da carreira profissional.
Ele que começou como publicitário, tornou-se empreendedor e hoje é futurista, compartilha da mesma previsão que Thomas Frey: o mundo será freelancer ou empreendedor. As pessoas não terão mais empregos fixos e vão exercer muitas atividades diferentes ao longo da vida.
Devido às grandes crises econômicas mundiais, as empresas vão enxugar suas estruturas físicas e as tecnologias permitirão cada vez mais o trabalho remoto. Ao invés de empregos e longas jornadas de trabalho, os projetos serão prioritários.
Para você saber mais sobre futurismo clique aqui.

Criatividade e inovação

A escritora, consultora e palestrante nas áreas marketing digital, inovação e educação Martha Gabriel defende que as ideias sozinhas não mudam o mundo, elas precisam ser implementadas. Esse processo de colocá-las em prática depende da inovação. Apesar de muitas pessoas confundirem inovação com criatividade, os dois conceitos possuem significados distintos.


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A criatividade é um processo mental envolvendo a geração de novas ideias ou conceitos, ou novas associações entre ideias e conceitos já existentes. Para se tornar um processo de inovação, agregar valor e ser percebido é necessário ter métodos, observação, interação, criar um protótipo, formatar, avaliar e aprofundar a ideia do projeto.
Para sobreviver em um cenário cada vez mais competitivo, empresas e pessoas precisam ser capazes de oferecer produtos e/ou serviços que agreguem valor de forma ampla e perceptível. Ou seja, é preciso observar como pequenas mudanças e soluções no dia a dia podem ser tornar algo novo e impactar positivamente uma realidade.
Acompanhando a mudança nos negócios e na sociedade, podemos perceber que essas são algumas previsões que já estão começando a aparecer atualmente, mas que nos próximos anos vão moldar ainda mais o nosso comportamento e a forma como vivemos em conjunto.


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15 min.
01out2017
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