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Cotidiano 11out2014

A inovação e o paradigma da colaboração

Existem dois tipos de empresas. Aquelas que inovam e aquelas que não sobreviverão. A lógica é muito simples, aqueles que tem a redução de custos como centro da sua estratégia competitiva tem destino certo: fim do beco. Já aqueles que investem...

Existem dois tipos de empresas. Aquelas que inovam e aquelas que não sobreviverão. A lógica é muito simples, aqueles que tem a redução de custos como centro da sua estratégia competitiva tem destino certo: fim do beco. Já aqueles que investem na diferenciação e na geração de valor para seus consumidores, hão de encontrar novos caminhos de crescimento que passam longe da competição “a todo custo” e que permitem inclusive que a colaboração (intra e extra muros) ganhe espaço na estratégia da organização.

Inovar é entender como pensa e sente o consumidor para então prover bens e serviços que representam valor para a sua vida. Para que afinal serviriam as organizações senão para atender aos sonhos e aspirações dos seres humanos?

As organizações com maior potencial de inovação são aquelas que, independente da área em que atuam, colocam o ser humano no centro do processo de gestão, observando comportamentos, dialogando com seus clientes e adaptando seus produtos e serviços às contingências apresentadas pela sociedade.

Eis que o conflito entre a necessidade de fazer o mesmo com cada vez menos e a necessidade de inovar, habita o centro de decisões de qualquer negócio.

Mas como afinal inovar? A verdade é que a inovação só pode ser alcançada pela colaboração. Não existe inovação solitária. Os líderes mais inovadores da história tinham equipes brilhantes aos seus lados. Promover o convívio entre pessoas diferentes – de culturas, profissões, formações, origens, idades e pontos de vista diferentes – pode ser considerado o primeiro grande passo para a criação ambientes favoráveis à inovação. Nesse sentido, surge uma nova forma de trabalho orientada para a colaboração que garante a formação de um ambiente heterogêneo: o coworking.

O coworking coloca uma grande diversidade de profissionais e equipes talentosas em espaços compartilhados. São freelancers, profissionais liberais, e equipes de projetos de médias e grandes empresas, todos compartilhando a mesma infraestrutura. Isso mesmo, o coworking é uma forma de trabalho que não faz distinção entre tamanho ou setor das empresas envolvidas. O propósito comum é um só: colaborar. É comum encontrar equipes de grandes empresas buscando nos coworkings a cultura da inovação, ver profissionais de diferentes áreas de atuação encontrando-se no café por mero acaso e criando a partir dali grandes ideias com potencial inovador. Comum também é encontrar pessoas ajudando umas às outras, sem esperar nada em troca.

Surgem a partir dessa colaboração ideias promissoras, parcerias na realização dessas ideias e bons negócios portanto. Além disso, nos coworkings você pode encontrar ambientes bem projetados que promovem descontração e produtividade ao mesmo tempo, bastando apenas passar por uma porta.

Nos bares e cafés, grandes cientistas e empreendedores criaram inovações fantásticas para a humanidade. Pois é nos coworkings que acredito que veremos crescer a revolução da inovação. Revolução que já começou. Olhe ao redor. Vá até um coworking e experimente o fenômeno da colaboração.

Guto de Lima é designer estratégico. Quer empoderar pessoas com criatividade e colaboração e ajudá-las a encontrar sentido e prazer em suas atividades profissionais. Empreende para criar novas formas de trabalho no Nex Coworking e Inovação.

Nex Conteúdo

15 min.
11out2014
Cotidiano

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